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A Comunidade Estética

Estratégia e comunicação

Por que a gente criou uma série.

Anúncio fala de quem anuncia. História fala de quem assiste. A gente escolheu contar o setor de estética em vídeos curtos, pela vida de quem vive dele, para que o público se reconheça, aprenda e queira estar perto.

A primeira série se chama Dona do Meu Nome, A Moça da Maca. A protagonista, a Helena, é uma personagem criada com inteligência artificial pela Comunidade Estética. Ela não existe. As dores dela, sim.

Quero minha Leitura de MarcaVer os primeiros capítulos

Helena, personagem da série, saindo de casa com a maca no ombro

Personagem criada com inteligência artificial.

O propósito

Ela não vende nada. Faz as pessoas quererem estar perto.

Quem trabalha com estética aprende técnica em todo lugar. O que ninguém ensina é cobrar, ser vista, organizar a agenda e crescer. A Helena vive essas dores em público, um capítulo por vez, para a profissional que assiste se reconhecer e aprender junto.

Atrair

Trazer a profissional da estética para perto, sem anúncio, pela identificação com a história.

Educar

Ensinar preço, imagem, gestão e atendimento dentro da trama, onde a lição fica na memória.

Conectar

Aproximar quem assiste de quem já chegou mais longe no setor.

Mostrar sem vender

Marcas aparecem na vida de quem já chegou lá. A Helena deseja, e quem assiste deseja junto.

Ser boa não basta.

A mensagem que atravessa a série: quem não se faz perceber, não cobra o que vale e não se cerca de quem já chegou fica do tamanho das próprias mãos.

As personagens

Uma família, uma mentora e clientes que ensinam.

Cada pessoa da história carrega uma dor real do setor. Todas são fictícias e foram criadas com inteligência artificial.

  • Helena, protagonista da série, de uniforme bege, personagem fictícia criada com inteligência artificial
    A protagonista

    Helena Duarte

    Esteticista de Poá, sozinha em Moema desde os 18. Atende em casa com a maca no ombro e sonha ter a própria clínica e um protocolo com o nome dela. Acredita que basta ser boa.

  • Dona Sônia, mãe da Helena, de avental, personagem fictícia criada com inteligência artificial
    A mãe

    Dona Sônia

    Manicure de bairro em Poá. Fez a unha da vizinhança inteira quase de graça. É dela que a Helena herda o cuidado e o medo de cobrar.

  • Seu Jorge, pai da Helena, personagem fictícia criada com inteligência artificial
    O pai

    Seu Jorge

    Motorista de ônibus aposentado. Não entende de negócio, mas ajuda a filha com humor e carinho.

  • Rafael, primeiro amor da Helena, de camisa polo azul-marinho, personagem fictícia criada com inteligência artificial
    O primeiro amor

    Rafael

    Mecânico de Poá. Pede para a Helena ficar, e ela segue o próprio caminho. A história de amar sem precisar ficar volta ao longo da série.

  • Esther Fonseca, mentora da Helena, de blazer claro com um broche, personagem fictícia criada com inteligência artificial
    A mentora

    Esther Fonseca

    A única que não ri do sonho da Helena. Mostra o caminho mais curto: passar por quem já chegou.

  • Dona Rosângela, dona de salão, de óculos e blusa estampada, personagem fictícia criada com inteligência artificial
    A dona do salão

    Dona Rosângela

    Dona do salão de bairro onde a Helena trabalha aos 19. Separa uma nota pequena e estende sem olhar: "Tua parte, querida."

  • Dona Lúcia, cliente da Helena, de cabelo grisalho, personagem fictícia criada com inteligência artificial
    A cliente que ensina o preço

    Dona Lúcia

    Cliente da primeira hora. Solta a frase que muda o preço da Helena: "Quem cobra pouco, ninguém acha que é boa."

  • Vera, cliente exigente, personagem fictícia criada com inteligência artificial
    A cliente exigente

    Vera

    Rica, pontual e direta. Manda a Helena entrar pela cozinha e testa o quanto ela se respeita.

  • Isabela, cliente da Helena, de boné, personagem fictícia criada com inteligência artificial
    A cliente que confia

    Isabela

    Entrega o rosto, a casa e a chave. "Treinei um mês. Depois confiei. E você, confia em quem?"

  • Tainá, prima da Helena, personagem fictícia criada com inteligência artificial
    A prima

    Tainá

    Jovem, da família, de Poá. A ajuda que parece certa e vira a rival que nasce de dentro.

  • Kátia, cliente caçadora de promoção, de cabelo loiro, personagem fictícia criada com inteligência artificial
    A caçadora de desconto

    Kátia

    Simpática, espaçosa e sempre no celular. Chama a Helena de "a moça da promoção" e mostra o que a promoção atrai.

  • Vanessa, cabeleireira a domicílio, personagem fictícia criada com inteligência artificial
    A que aparece

    Vanessa

    Cabeleireira a domicílio, com 38 mil seguidores e um story para cada cliente. Mostra à Helena o que é ser vista.

Os ambientes

Da casa de Poá ao palco.

A série passa por casas de clientes, um apartamento minúsculo, um salão de bairro, um clube e um palco. Cada lugar conta em que degrau a Helena está.

  • O apartamento minúsculo de Moema, com a maca azul-marinho aberta e a Helena deitada nela

    O apartamento minúsculo

    Moema. Onde a Helena mora e atende no começo, com a maca azul-marinho aberta no meio da casa.

  • Sala de jantar da casa dos pais da Helena em Poá, com a mesa posta e porta-retratos na parede

    A casa dos pais

    Poá. A mesa posta de domingo, os porta-retratos e a lata de biscoito onde a história começa.

  • Retrovisor de um ônibus antigo refletindo o rosto do motorista

    O ônibus do pai

    O retrovisor do ônibus que o Seu Jorge dirigia, de onde ele vê a filha crescer.

  • Salão de beleza de bairro com cadeiras e bancada

    O salão de bairro

    Onde a Helena aprende o ofício e descobre que cobrar pouco tem mais de um endereço.

  • Sala de um apartamento à noite com uma maca de massagem montada e a cidade ao fundo

    A casa da cliente

    A clínica dela é onde a maca abre: sala, varanda, luz de fim de tarde.

  • Sala com biblioteca, sofá creme e janelas altas

    A sala da mentora

    Livros, chá e silêncio. O lugar onde a Helena ouve o que ainda não sabe.

  • Terraço de um clube com mesas postas, guarda-sóis e jardim ao fundo

    O terraço do clube

    O mundo que ela quer alcançar. No começo, ela entra pelo portão de fornecedor.

  • Carro branco numa estrada sob chuva, com a maca dentro

    A estrada na chuva

    O Uno branco, a maca no porta-malas e um pneu para trocar. Um dos pontos altos da história.

  • Recepção de uma clínica de estética com mármore preto e luz dourada

    A clínica do sonho

    Mármore preto e luz dourada. A clínica que ela imagina, antes de ter a dela.

  • Plateia lotada diante de um palco iluminado

    O palco

    O maior palco da estética. É onde o sonho da Helena aponta desde o primeiro episódio.

Todos os lugares são cenários criados com inteligência artificial.

A narrativa

Três temporadas. Uma mulher em três tempos.

A maca no ombro, a clínica própria e o palco. Cada temporada é um degrau, e cada capítulo fecha uma história completa sozinho, para quem chega no meio.

1ª temporada

A Moça da Maca

A origem em Poá e a trajetória da esteticista que atende em casa. Aprende a cobrar, a ser vista e a não fazer tudo sozinha.

2ª temporada

A Clínica

Dona da própria clínica, a Helena descobre que ter uma estrutura não resolve o que ela ainda não enxerga em si.

3ª temporada

O Palco

Ela ensina o próprio protocolo no palco do maior evento do setor. Na plateia, uma jovem com uma maca.

O que torna a história complexa

Fios que se repetem

A maca, a lata e o bilhete da mãe, o carro e o pneu, o palco e o caderno voltam em cada temporada, e mudam de sentido.

Um protocolo que nasce no caderno

A Helena anota cada rosto, mês a mês. Dessas páginas nasce o protocolo que ganha nome e que ela vai ensinar.

Uma escada de valorização

Tempo, imagem, preço e limite. Quatro degraus que ela sobe no corpo, nunca em palestra.

A agenda, a dor que ninguém diz

Em quase todo capítulo ela aparece ao fundo, de um jeito diferente, até o dia em que a agenda aprende a respirar.

Tons que mudam

Drama, tombo, humor, lirismo e cenas dentro da imaginação da Helena: ação, tribunal, suspense e terror.

Uma regra por capítulo

Cada episódio termina numa página do caderno, com uma regra que dá para aplicar amanhã.

Os primeiros capítulos

Cada um com uma dor real.

Episódios verticais, de uns dois minutos, feitos para o Reels. O vídeo só carrega quando você toca.

Helena com a bolsa da maca no ombro diante de um elevador

Capítulo 2

Missão Maca

Elevador quebrado, catorze andares e sete minutos. O esforço que a cliente não vê, e por isso não valoriza.

Close da cliente exigente, de cabelo loiro liso

Capítulo 3

A Exigente

A cliente rica que manda entrar pela cozinha. A Helena não se encolhe: ouve, cobra o que vale e impõe o próprio horário.

Helena ao telefone dentro do carro, e o carro sendo levado por um guincho

Capítulo 4

O Atraso

Atrasar justo na cliente nova, que veio por indicação. A regra que ela impôs com orgulho também vale para ela.

A Helena e todas as personagens são criadas com inteligência artificial.

O foco da comunicação

A série fala com o setor pela vida dele.

Sem aula e sem anúncio. A gente conta o que acontece de verdade no dia a dia de quem atende e deixa a lição aparecer.

Dores reais

Cobrar pouco, agenda cheia sem controle, perfil que ninguém vê, cliente que some. Nada inventado para a câmera.

Ensino dentro da trama

Quem ensina é a cliente, a mentora ou o próprio erro da Helena. A regra fica na página do caderno.

Marcas na vida de quem já chegou lá

Produtos, lugares e palcos aparecem como parte do mundo da personagem, sem locução de anúncio.

Um caminho de volta

Quem se reconhece na Helena é convidada a olhar para o próprio negócio, na Leitura de Marca, que é grátis.

Faça parte da série

A história tem lugar para quem faz o setor andar.

Marcas e empresas do setor podem entrar na história, do jeito que entram na vida real: no consultório, na bolsa, na conversa, no palco. A presença é combinada caso a caso, junto com a gente, e a publicação é sempre identificada como parceria.

Falar sobre a série

Presença natural na tramaA marca aparece na vida das personagens, sem virar anúncio falado.
Capítulo especialUm episódio que funciona sozinho, para quem chega só por ele.
O palco no fim da históriaA série aponta para o maior palco da estética. Quem estiver perto dele faz parte do caminho.

Se você vive de agenda

A Helena é a história. O seu negócio é o próximo capítulo.

São 8 perguntas. A Leitura chega no seu WhatsApp e mostra o que, no que está público, pode estar fazendo o cliente desistir antes de marcar. É grátis.

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